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23 de março 0

Ilha de Páscoa

Fascinante e isolada do mundo, a Ilha de Páscoa (Rapa Nui, no idioma nativo) é a última fronteira da América do Sul. Descoberta no domingo de Páscoa de 1722 e posteriormente anexada pelo Chile, mais precisamente a 3500 quilômetros de sua costa, ela possui raízes essencialmente polinésias e é repleta de paisagens arrebatadoras.

Bravos navegadores do oeste do Pacífico aqui aportaram por volta do ano 1000, estabelecendo uma civilização singular onde acreditavam ser o “umbigo do mundo”, repleta de mistérios. A mais perene e indisfarçável das questões refere-se aos seus principais símbolos, os moais.

Estas gigantescas estátuas de pedra vulcânicas, de 1 a 10 metros de altura e pesando até 80 toneladas, espalham-se por todo o perímetro da ilha e são praticamente o último legado de um povo cuja escrita e cultura praticamente desapareceram. Como foram construídas e qual sua função são questões que provocam debates acalorados. Contemplá-las, por outro lado, desperta a introspecção do visitante, que inicia sua apaixonada busca por uma resposta.

 

ATRAÇÕES:

Entre o mar azul e o relevo vulcânico, estão ótimas trilhas para explorar de bicicleta, a cavalo, a bordo de uma excursão ou mesmo a pé. Hanga Roa, a única cidade da ilha, concentra não só o aeroporto local mas também boa parte dos hotéis, restaurantes e serviços de Páscoa, incluindo operadoras que organizam atividades como mergulho autônomo, snorkeling, excursões às ilhotas vizinhas e passeios de caiaque.

Dentre os melhores passeios, estão aqueles que passam pelos vulcões Rano Kau e Rano Raraku e à aldeia cerimonial de Orongo.

Os turistas ainda podem entreter-se com algumas belas praias, como a calma Anakena – que conta com seu próprio conjunto de moais –, e um complexo sistema de grutas.

No mercado artesanal de Hanga Roa, é possível fazer uma pausa para as compras e adquirir os produtos artesanais típicos da ilha, como talha de madeira e pedra e colares de conchas e corais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: viajeaqui.abril.com.br

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15 de dezembro 0

Cinco praias que você precisa visitar em Florianópolis

O número exato de praias de Florianópolis ninguém sabe, mas todo mundo sabe que algumas das mais belas faixas de areia do Sul do Brasil ficam nesse pedaço de terra do litoral de Santa Catarina.

Ao longo dos seus quase 420 km², o destino garante opções para todos os estilos de banhistas.

Nesse roteiro, nada de beach clubs em Jurerê Internacional, areia congestionada em Canasvierias ou discotecagem de DJs no pé do ouvido, na Praia Brava.

Confira as faixas de areias mais exclusivas de Florianópolis:

 

05- Ilha do Campeche:

Com acesso diário restrito a 400 pessoas, autorizadas a ficar apenas na Praia da Enseada, essa ilha é conhecida por suas águas claras e areia fina. Não é à toa que esse santuário ecológico tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) é conhecido como o “Caribe de Florianópolis”.

No local, é possível fazer mergulhos, visitar inscrições rupestres de 5 mil anos e realizar trilhas guiadas até mirantes naturais, como os das pedras do Imã e do Vigia, ou até uma gruta, a Caverna dos Morcegos. Para ter acesso aos outros locais, é necessário o acompanhamento de um guia ambiental.

A ilha é formada por costões rochosos recobertos de Mata Atlântica, cuja árvore nativa, pau-campeche, dá o nome ao lugar.

Os traslados de 30 minutos até a ilha saem da praia do Campeche, na alta temporada, e a da Armação, durante todo o ano.

 

04- Naufragados:

Localizada a cerca de 40 km do centro de Florianópolis, essa praia fica em área de preservação do Parque Estadual do Tabuleiro e tem acesso apenas por barco ou por um trilha de 3 km e 50 minutos de duração.

Uma das suas principais atrações é a caminhada até o farol, inaugurado em 1861 e rodeado por antigos canhões de guerra do Forte dos Naufragados, cujo nome é uma referência aos diversos naufrágios ocorridos na região.

Destino de surfistas, devido aos ventos que vêm do sul e causam fortes ondulações no mar, a praia mais ao sul da Ilha de Santa Catarina não conta com pousadas, mas o camping selvagem é autorizado.

 

03- Da Solidão:

Oficialmente chamada Praia do Rio das Pacas, por causa da presença desses animais, a Praia da Solidão é uma estreita faixa de areia com natureza intocada, considerada uma das mais belas de Santa Catarina, entre a Costa de Dentro e o Saquinho.

O mar é agitado e suas areias claras ficam rodeadas por costões de Mata Atlântica, onde uma trilha leva a uma cachoeira e a uma piscina natural.

 

02- Armação:

Essa praia, cujo nome vem da época da caça a baleias, no século 18, se localiza a 25 km do centro de Florianópolis e tem acesso pela rodovia SC-405, que leva ao sul da ilha.

Localizada ao lado do Parque Municipal da Lagoa do Peri, essa bela faixa de areia começa na Ponta da Companha e termina no lado sul do Morro das Pedras, de onde dá para observar baleias franca, entre os meses de julho e novembro.

 

01- Santo Antônio de Lisboa:

Localizada a 14 km do centro de Florianópolis, no distrito de mesmo nome, essa praia fica na primeira vila da ilha, onde construções açorianas são a principal atração local. A área abriga a primeira rua com calçamento de Santa Catarina, construção de 1845 para receber o então imperador do Brasil, Dom Pedro II.

A Igreja de Nossa Senhora das Necessidades, próxima à praia, e o artesanato da Casa das Artes e Tramóias são alguns dos destaques desse destino. O local é conhecido também para a prática de SUP e caiaque, com vista para a clássica ponte Hercílio Luz.

 

 

 

Fonte:  viagemempauta.com.br
Foto: Rodrigo Soldon/Flickr-Creative Commons

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