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23 de junho 0

Belas praias e vulcões compõem o cenário da República de Camarões

Muitas vezes chamado de “mini África”, o Camarões, que enfrenta o Brasil na Copa do Mundo nesta segunda-feira (23), possui uma diversidade geográfica e cultural surpreendente.

Localizado no centro da África, o país possui paisagens naturais de vários tipos, como praias, desertos, montanhas, savanas e florestas tropicais. As línguas oficiais são o francês e o inglês, mas além destas existem mais de 200 grupos linguísticos diferentes.

Quem acha que o nome do país tem alguma ligação com o do crustáceo, está certo. Em 1472, quando os portugueses chegaram à costa da região onde hoje se localiza o Camarões, ficaram surpresos com a grande quantidade de camarão no rio Wouri. O local foi então chamado de “Rio dos Camarões”, de onde acabou derivando o nome atual do país.

Nas línguas oficiais, os nomes são Cameroun (francês) e Cameroon (inglês), que não significam “camarão” nestas línguas, mas são uma adaptação para tais idiomas da palavra portuguesa.

Ainda que os portugueses tenham instalado entrepostos na região no século 16, os britânicos foram os primeiros a colonizá-la. Porém, em 1884, o Camarões passou a ser uma colônia da Alemanha, devido a uma invasão germânica.

Após a Primeira Guerra Mundial, em 1919, o território da colônia foi dividido entre França e Grã-Bretanha. Uma área no oeste passou a ser comandada pelos britânicos, e o resto do país ficou sob a influência da França.

Em 1960, a parte francesa se tornou independente, sob o nome de República de Camarões. No ano seguinte, foi realizado um plebiscito no Camarões britânico. O norte da região foi incorporado à vizinha Nigéria e passou a se chamar Sardauna, enquanto o sul quis se unir novamente à parte francesa e passou a fazer parte da República de Camarões. Portanto, hoje em dia a maioria do país fala francês, mas o inglês também é uma língua oficial.

O país é, ao mesmo tempo, membro da Organização Internacional da Francofonia e da Comunidade Britânica das Nações.

No extremo norte do país, está localizado o Parque Nacional Waza, considerado uma Reserva de Biosfera pela UNESCO. Ele abriga leões, elefantes, antílopes, girafas e, principalmente, uma grande diversidade de pássaros, com quase 400 espécies de aves diferentes, mas o país não chama a atenção apenas pelas savanas. Para os amantes de belas praias, o Balneário de Kribi, ao sul, surpreende. Extremamente turística, a região é muito frequentada pelas elites africanas, principalmente aos fins de semana.

Com 4100 metros de altura, o Monte Camarões é um vulcão ainda em atividade cuja última erupção foi em 2000. Ele é o ponto mais alto do país e da região central da África, e fica no litoral de Camarões .

Iaundé é a capital do país. Rodeada por sete colinas, a cidade tem museus, edifícios de arquitetura moderna e grandes avenidas, ao mesmo tempo em que locais tradicionais africanos se mantêm preservados. Mercados populares são muito comuns no continente e, na capital camaronesa, os principais são Mokolo e Mfoundi.

O prato típico de Camarões é o Ndolé, à base de folhas de boldo e amendoim. Ele pode ser preparado com peixe, crustáceos ou carne e é bem apimentado. É servido com arroz, banana da terra ou mandioca.

 

Fonte: noticias.r7.com

 

 

 

 

 

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17 de junho 0

Cidade do México

Cidade do México, uma das mais populosas do mundo, é festa de contrastes em harmonia:

Movimentada, divertida, saborosa, colorida e interessante. A Cidade do México é tudo isso, só que em proporções gigantescas. E dá um certo brilho nos olhos saber que você está pisando na segunda cidade mais populosa do mundo. Importante e imponente, a capital mexicana oferece ao turista um mundo de opções. Você pode investir num roteiro cultural e histórico, pois não faltam museus, galerias de arte, monumentos e sítios arqueológicos. Também pode fazer um circuito gastronômico, já que as comidas e bebidas típicas são parte obrigatória e estão por todos os lados. A cidade, ainda, alegra os amantes de um bom jardim, das caminhadas pelas ruas charmosas e, é claro, das boas compras.

A arborizada Cidade do México é uma verdadeira festa de contrastes, onde o contemporâneo e o antigo convivem em absoluta harmonia, apesar de ter dimensões de megalópole. Um templo asteca se encontra com prédios moderníssimos, à prova de abalos sísmicos, assim como grupos de música pop se intercalam com os mariachis no gosto popular. E é exatamente esse mix que atrai turistas de todo tipo, que, por sinal, são muito bem recebidos pelo alegre povo mexicano.

Se você é daquelas pessoas que gostam de explorar bem o local das suas férias, saiba de antemão que uma semana é pouco para degustar tudo o que a cidade tem de bom a oferecer. Mas, se for esse o tempo disponível, ainda assim, vale a pena. Agora, caso você tenha mais dias, curta ir além dos pontos turísticos e queira freqüentar “points” que os mexicanos vão, entre no guia Dónde Ir (www.donde-ir.com) e veja o que está rolando na cidade.

 

Abalando as estruturas:

A 2.250 metros acima do mar, a cidade de Frida Kahlo vem enfrentando problemas na sua estrutura. No século 14, os astecas construíram a capital de seu império, chamada Tenochtitlán, em uma ilha no lago Texcoco. Com a conquista dos espanhóis, em 1521, a capital asteca foi destruída e, assim, iniciou-se a expansão territorial sobre o lago. As conseqüências do aterramento do Texcoco são sentidas hoje em dia, porque o solo se tornou frágil com o peso da cidade. Em outras palavras, há pontos que estão afundando, como é o caso da Basílica de Guadalupe e alguns monumentos. Tudo isso é reflexo de um crescimento urbano incrível sobre um aterro alagadiço. A boa notícia é que especialistas têm feito grandes trabalhos de reestruturação.

Andar pela cidade a pé é uma ótima maneira de conhecê-la a fundo. Até porque, assim você foge do trânsito intenso -de fazer inveja a qualquer paulistano. Mas, se quiser utilizar o transporte público, uma boa opção é o metrô. Tem boas linhas que cortam a capital e facilitam bastante a vida. Os ônibus são um pouco velhos, é bem verdade, mas são baratos e circulam com bastante freqüência, inclusive nos fins de semana.

Além do transporte público, os visitantes ainda contam com o Turibus (www.turibus.com.mx), um ônibus de dois andares que circula pelos principais pontos turísticos. O Turibus tem atualmente duas linhas, uma que percorre o centro histórico e outra que vai para a região sul. O viajante paga uma única tarifa para percorrer as duas áreas. Como o tráfego na Cidade do México é intenso, o percurso demora muito pra terminar e fica praticamente impossível conhecer tudo na mesma jornada. E, já que você está de férias, se ficar parado no trânsito, aproveite este momento típico de uma metrópole e tire fotos interessantes (paisagens bacanas não faltam), observe o movimento e os cantinhos curiosos. O preço do Turibus é ótimo e o passeio vale a pena. Aliás, como tudo neste destino.

 

Fonte: viagem.uol.com.br

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