08 de março 0

Cinco lugares para conhecer na sua próxima visita a Orlando

Com a chegada da primavera e do verão nos Estados Unidos a procura por Orlando se intensifica. No verão, as hospedagens lotam, as filas nos parques aumentam e a programação é especial. Muito mais do que curtir os parques temáticos, Orlando está cheia de bons programas cosmopolitas. A temporada vem com boas novidades na International Drive, principal avenida da cidade e corredor turístico – desde novas baladas até uma roda gigante no estilo da London Eye.

Confira as atrações que prometem deixar a estadia em Orlando ainda mais agradável e inesquecível:

 

Para curtir a vista: The Orlando Eye:

A roda gigante tem 122 metros e permite uma vista panorâmica daquelas da Florida Central. A volta, feita em cápsulas de vidro, tem duração de 20 minutos. Antes de entrar na cabine da roda gigante o visitante passa por uma experiência em 4D e assiste um filminho sobre a Flórida.

 

 

Para se divertir: Sea Life:

O aquário, que fica dentro complexo I-Drive 360, tem mais de 5 mil espécies marinhas do mundo todo. O 360° Underwater Tunnel (foto) é uma das atrações mais procuradas por lá. Os visitantes passeiam no túnel enquanto tubarões e milhares de espécies de peixes nadam ao seu redor.

 

 

Para badalar: Mango’s Tropical Café:

Uma das boates mais agitadas de Miami vai abrir sua primeira unidade em Orlando. Além da pista de dança e palco, a casa também é conhecida por seus drinks tropicais e shows de dança em ritmos latinos. (Obs.: a foto acima é da Mango’s Tropical Café de South Beach, a de Orlando será inaugurada no verão).

 

 

Para observar: Skeletons Animals Unveiled!

O museu exibe mais de 400 esqueletos de animais exóticos do mundo todo em poses criativas. Oito esqueletos humanos também fazem parte do acervo. O passeio tem uma duração média de 90 minutos e inclui atrações interativas.

 

 

Para fotografar: Madame Tussauds:

O museu de cera mais famoso do mundo é relativamente novo em Orlando. Inaugurado em 2014, as estátuas estão atualizadíssimas, basta uma voltinha e você já se depara com réplicas quase idênticas de estrelas como Selena Gomez, Steve Jobs, Marilyn Monroe, Madonna, Jimy Fallon… As selfies estão liberadas!

 

 

Fonte: viajeaqui.abril.com.br

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02 de março 0

Governo volta atrás e reduz imposto de renda sobre remessas ao exterior de 25% para 6,38%

O Ministério do Turismo divulgou a redução do IRRF sobre remessas ao exterior. A alíquota vai ser alterada de 25% para 6,38%, através de uma Medida Provisória editada pelo governo que será publicada amanhã no Diário Oficial da União.

O imposto havia se tornado um pesadelo para agências de viagens, operadoras e agentes de turismo, mas também assustou muitos viajantes, já que incide sobre remessas ao exterior, tendo impacto sobre reservas de hotéis feitas e pagas no Brasil, compras de bilhetes de trem e ingressos, por exemplo.

 

Entenda a cobrança:

No dia 16/1 foi publicado no Diário Oficial da União uma instrução normativa da Receita Federal do Brasil que estabeleceu a tributação de 25% de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre remessas de valores ao exterior para pagamento de serviços de hospedagem, transporte, cruzeiros marítimos ou pacotes de viagens realizadas a partir de 1º de janeiro de 2016. A alíquota passou a ser cobrada independentemente do valor remetido, tanto para gastos decorrentes de viagens de turismo, como para viagens de negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais.

No caso das companhias aéreas e empresas de navegação marítima a alíquota seria de 15%. Mas na maioria dos casos é possível a compensação com créditos tributários em países que possuam acordo com o Brasil para evitar dupla tributação.

A medida atingiu em cheio as operadoras e agências de turismo brasileiras, que precisam pagar hotéis, companhias aéreas e marítimas, receptivos e prestadores de serviço no exterior depois que vendem pacotes ou serviços de viagens para os seus clientes. Os famosos pacotes de turismo, com passagens aéreas e terrestres, estadia e passeios são os produtos mais afetados pela medida. Mas não os únicos. Serviços de aluguéis de carros, venda de ingressos e todo tipo de produto ou serviço turístico que for vendido no Brasil, pago em Real e que demandar ao intermediário remessa de valor ao exterior para remunerar o prestador do serviço passará a ser tributado.

O imposto foi mantido, mas agora com uma alíquota mais racional, de 6,38%, a mesma cobrada nas compras feitas com cartão de crédito no exterior.

 

Como funcionava antes?

Até o final do ano passado, remessas para pagamentos de serviços turísticos, de negócios e educacionais prestados no exterior eram isentas de Imposto de Renda Retido na Fonte, num limite mensal de R$ 20 mil. Para as agências de viagem, a isenção era de R$ 10 mil por mês por passageiro, o que na prática isentava a grande maioria das transações.

Que serviços continuam isentos dessa alíquota do IRRF?

Nada vai mudar nos seguintes casos:

Compras com cartão de crédito no exterior (o IOF de 6,38% continua sendo cobrado como já era antes), compra de moeda estrangeira em espécie nas casas de câmbio (o IOF de 0,38% continua sendo cobrado como já era antes) ou transferências bancárias para o exterior (continua com a tributação vigente);
Compras com cartão de crédito feitas diretamente em sites internacionais e em empresas com sede fora do Brasil, bem como pagamentos de diárias em hotéis no exterior;
Remessas com fins educacionais, científicos e culturais, e ainda despesas como taxas escolares, taxas de exames de proficiência, taxas de inscrição em congressos, seminários e assemelhados;
Despesas com manutenção de dependentes no exterior, desde que não se trate de rendimentos obtidos pelos favorecidos;
Remessas de pessoas físicas residentes no Brasil para cobertura de despesas médico-hospitalares próprias ou de dependentes.
Quem vai ser responsável pela retenção do imposto na fonte?

As agências, empresas ou organizações que precisarem remeter recursos para o exterior com as finalidades previstas na legislação e na instrução normativa da Receita Federal. O passageiro não precisa pagar absolutamente nada, a não ser que o imposto seja cobrado no momento da contratação do serviço.

Quem recolhe o imposto é o empresário que vender o serviço. É importante não confundir esse tributo com o imposto de renda que as pessoas físicas pagam no Brasil. O cálculo do imposto de renda de pessoas física não tem ou terá qualquer relação com a quantidade de viagens que você tenha feito ou venha a fazer daqui pra frente! Além disso, gastos com alimentação, compras, passeios etc. durante as viagens no exterior não são objeto desse imposto.

As empresas do setor de turismo vão repassar o custo ao consumidor?

Certamente sim. Mas com a alíquota de 6,38% o impacto será bem menor. É possível que as empresas tentem absorver parte do custo adicional para não deixar de vender, mas ninguém deve se iludir, já que o setor trabalha com margens apertadas e certamente vai acabar repassando a maior parte do custo para o consumidor.

As passagens aéreas ficarão mais caras?

Não. No caso das passagens aéreas, a grande maioria das companhias internacionais que operam voos para o Brasil não será impactada, já que possuem acordos de reciprocidade por bitributação (o Imposto de Renda já é cobrado no país onde ela tem sede). A afirmação é do diretor da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Carlos Ebner, em entrevista ao G1. “Pode haver exceções de países que estejam renovando esse acordo nos contratos no momento, mas os principais destinos do Brasil, como países da Europa e Estados Unidos, têm essa isenção garantida”, disse. Continue comprando sua passagem normalmente, como já faz hoje, seja direto na companhia aérea ou em agências virtuais.

É possível viajar sem sem impactado pelo novo imposto?

Sim, se valendo das isenções previstas na instrução normativa, como em pagamentos com cartão de crédito para empresas com sede fora do Brasil, pagamentos de hotéis diretamente no exterior. Por exemplo, ao reservar seu hotel ou outro tipo de hospedagem pelo Booking.com ou demais agências físicas ou virtuais, não haverá incidência de imposto quando optar pelo pagamento direto no hotel. O mesmo vale para reservas de qualquer natureza com pagamento no próprio estabelecimento, em espécie (com IOF de 0,38% ao comprar dólar em bancos ou casas de câmbio) ou cartão de crédito (com IOF de 6,38%), já que nesses casos não há remessas de valores para o exterior. Comprando por agências e pagando no Brasil, poderá ser adicionado o imposto, mas com a nova alíquota.

Qual o impacto da nova medida para o setor de turismo?

O setor está aliviado. Por mais negativo que seja a cobrança do imposto, a redução da alíquota para 6,38% é um alento e tanto e diminui a distorção que havia sido criada em janeiro.

 

 

 

Fonte: melhoresdestinos.com.br

 

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