23 de abril 0

Conheça o paraíso das ilhas no Taiti

Não é de hoje que o Tahiti é associado ao paraíso. Em 1771, três anos depois de ter aportado na ilha, o navegador francês Louis-Antoine de Bougainville escreveu que “acreditava ter sido transportado para o Jardim do Éden”. Apesar da fama, o Tahiti é apenas uma das 118 ilhas que formam a Polinésia Francesa. Virou sinônimo do arquipélago provavelmente porque a ilha, além de ser o maior território e ter a maior população do país, concentra a capital, Papeete, a porta de entrada na Polinésia. Com cerca de 50 mil habitantes, a cidade tem a vida noturna mais agitada do país e alguns atrativos como o Museu do Tahiti, que conta a história das ilhas, o Museu Paul Gauguin, com telas do pintor francês que morou lá no final do século 19, e o Mercado Central. No entanto, não oferece o mar azulado e os bangalôs sobre as águas, símbolos do arquipélago. Para fazer jus à viagem e conhecer o paraíso que há pelo menos 240 anos passou a atrair turistas e casais apaixo­nados, voe para algumas das mais belas ilhas da Polinésia Francesa (Bora Bora, Moorea, Raiatea e Huahine), e, provavelmente, também do mundo.

A cerca de 45 minutos de avião de Papeete está Bora Bora, o lugar onde se des­cobre que as fotos mostradas em folhetos e revistas são realmente verdadeiras. O visual impressionante da ilha se dá, principalmente, por uma lagoa interna formada entre o mar e um círculo de corais. Com a mais bela lagoa do arquipélago, Bora Bora não poderia deixar de ter também os melhores resorts. Os bangalôs sobre o mar azul-turquesa, com piso transparente para observar os peixinhos e com deque privativo onde a única vista é a imensidão do oceano, justificam a grande quantidade de casais em lua-de-mel na il­ha. Com um cenário não apenas paradisíaco, mas afrodisíaco, não dá para esperar de Bora Bora um grande agito noturno, com boates, bares e muitos restaurantes. O território de apenas 44 quilômetros quadrados de área e 9 mil habitantes tem como atrativo justamente a tranqüilidade.

Apesar de ser difícil sair do conforto e da paisagem que se tem no bangalô, os casais que decidirem explorar a ilha não se arrependerão. Com apenas 32 quilômetros de extensão, dá para conhecê-la desde carro até a pé. Mas a maneira mais agradável é de bicicleta, já que Bora Bora é circundada por uma estrada asfaltada, construída pelos americanos durante a Segunda Guerra (na época, os Estados Unidos intervieram na ilha para proteger a Polinésia de ataques japoneses). Já para conhecer o interior da ilha, de mata fechada, é preciso alugar um jipe.

Durante o percurso pelo litoral, tem-se como paisagem as águas cristalinas da região e o imponente Monte Otemanu, o ponto mais alto de Bora Bora, avistado de todos os ângulos da ilha, com seus 727 metros de altitude. O local com mais infra-estrutura (tirando os resorts) é Vaitape, a aldeia principal. Contudo, em Bora Bora, as melhores atividades são no mar. Pegar um barco para alimentar tubarões, andar em um pequeno submarino que leva os turistas a cerca de 25 metros de profundidade e visitar as baías de Vairau, Faanui e Poofai são alguns dos passeios marítimos que valem a pena para quem decidir sair da mordomia dos bangalôs.

Moorea:
Sem todo o clima de romance de Bora Bora, mas tão bela quanto, é Moorea, ilha mais próxima do Tahiti, a apenas 17 km de distância. Por causa da proximidade, muitos habitantes de Papeete a freqüentam, o que é uma vantagem para os turistas que gostam do contato com a cultura local.

Não é difícil explorar a ilha, pois Moorea também é contornada por uma estrada asfaltada. Se preferir, dá para fazer um jipe-tour que passa por templos de mais de 1.500 anos, plantações, mirantes, cachoeiras e, claro, pelo litoral. E como ninguém que vai a Moorea, deve deixar de ir às praias, é bom saber que Pihaena, Tiahura e Temae são as mais belas. E para ter uma vista espetacular das águas da região, não deixe de ir ao Belvedere, de onde se aprecia as baías de Cook e Oponuhu. Para assistir ao pôr-do-sol, a dica é Toatea, um mirante no caminho entre o porto e o aeroporto de Moorea.

Na Polinésia Francesa, cada uma das 118 ilhas tem uma característica e atrativos dife­rentes. Se Bora Bora é mais pacata, ideal para casais, e Moorea é famosa pela beleza e pela proximidade do Tahiti, Raiatea é conhe­cida como a ilha sagrada. Acredita-se que lá foi o ponto onde chegaram e se estabeleceram os primeiros habitantes do país, vindos do Havaí. Os nativos contam também que era a partir do Rio Faaroa, em Raiatea, que os navegadores polinésios saíam para co­lo­nizar outras ilhas do Oceano Pacífico.

Hoje, o visitante pode voltar no tempo e fazer um passeio de canoa pelo rio, o único navegável em toda a Polinésia. Ou­tras atividades pela ilha, a segunda maior do Arquipélago de la Société (o principal dos cinco que formam o país), são a exploração do Monte Temehani, com 772 metros de altitude, que pode ser feita a pé, a cavalo ou ainda em jipe, o mergulho tanto diurno como noturno nas águas transparentes da região e a visita a uma fazenda de cultivo de pérolas negras.

A ilha vizinha, Tahaa, também tem o cultivo, mas o negócio principal por lá é a bauni­lha. O território concentra cerca de 80% da produção polinésia da planta, o que vai agradar a quem gosta do cheiro, que pode ser sentido por toda a ilha. Uma atividade diferente é visitar as plantações de orquídeas (de onde é extraída a essência da baunilha) e assistir a demonstrações do processo de polinização.

Ainda em La Société, está Huahine, chamada de “Ilha Jardim” por causa da densa mata que a encobre. Na realidade, ela é dividida em duas ilhas muito próximas, Huahine Nui (ao norte) e Huahine Iti (ao sul), interligadas por duas pontes. Além de aproveitar a lagoa da ilha fazendo snorkelling ou dando um passeio de jet ski ou barco, os visitantes de Huahine podem ainda conhecer as ruínas dos maraes – templos de pedra construídos pelos antigos nativos, os maoris. Outra opção é ir à vila de Fare, onde estão as lojinhas e restaurantes e de onde parte a maioria dos tours.

Apesar das muitas atividades, a Polinésia Francesa é um dos poucos lugares no mundo onde é extremamente aceitável que o visitante não saia do quarto do hotel para nada. Com bangalôs em meio ao oceano azul-turquesa, flores na cama e varandas amplas com vista para o mar, quem não se renderia à sedução e ao romance nesse pedaço do planeta que é comparado ao paraíso?

 

Fonte: viaje.com.br

 

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22 de abril 0

Pós-Páscoa: dicas para lidar com tanto chocolate!

“O que eu vou fazer com este monte de chocolate”? Claro que “comer tudo” é a opção mais saborosa, mas para quem vem mantendo uma alimentação equilibrada vale pensar um pouco antes de se entregar à compulsão e depois ficar se martirizando.

Não sou chocólatra, mas entendo que para muita gente essa é uma das épocas mais saborosas e ao mesmo tempo mais carregadas de culpa do ano. Acredito muito que a melhor forma de evitar a compulsão – um hábito que não traz nada além de uma alegria passageira – é treinar o cérebro e, por consequência, o paladar.

Então taí uma ótima oportunidade para isso: a “administração” das toneladas de chocolate no pós-Páscoa. Vamos começar dando nomes aos bois.

Você é chocólatra?

Dá uma olhada nas perguntinhas abaixo.

1. Você sente vontade ou necessidade de comer chocolate todos os dias?
2. Sempre que vai ao mercado, precisa comprar chocolate?
3. Fica sempre lembrando que sobrou um pedacinho de chocolate para comer e não fica tranquilo até ver o fim?
4. Come escondido para não dividir ou não perceberem o quanto está comendo? (Obs.:coisa feia, gente)
5. Precisa comer chocolate para se sentir feliz.

Respondeu “sim” para a maioria? Então já sabe, né. Coelhinho da Páscoa gosta muito de você. Entrevistei algumas especialistas em busca de dicas neste sentido. O tema é batido, mas se você está aí sem fazer nada, mastigando um chocolate, não custa dar uma olhada.

- Prefira comer chocolate quando estiver com alguém por perto. Sozinho, sem ninguém olhando, a chance de se empanturrar é maior. Já acompanhado você se obriga a comer menos, porque divide.

- Não sabe mais o que fazer com tanta sobra? Utilize em alguma receita mais leve, como um fondue com frutas, ou para cobertura de um bolo de cenoura.

- Ainda tem mais? Congele! Ter uma tonelada de chocolate à mão definitivamente não é a melhor forma de se livrar do vício. Congelando, você evita comer tudo de uma vez, e ainda garante aquela lembrança maravilhosa lá pelo meio do mês seguinte e fica feliz da vida. Lembre-se de embalar bem para evitar o contato com a umidade.

- Desapegue: se ganhou muito chocolate, doe um pouco. Pode ser para uma criança carente, uma instituição, para um amigo, alguém da família.

- Não caia na cilada das versões diet. Eles podem não conter açúcar, mas muitos são carregados de gordura e acabam sendo mais calóricos ainda do que a versão tradicional.

- Dê preferência para a versão amarga, e também para os sem recheio; ou para os que têm mais de 50% de concentração de cacau.

- Se é para ganhar calorias, invista “no” chocolate. Não vale a pena engordar comendo porcaria, então, escolha comer menos, mas com mais qualidade.

Marmita completa = compulsão zero

Não posso deixar de dizer, neste post, que um ótimo caminho para acabar de vez com a compulsão alimentar é investir em refeições completas e variadas. Evitar longos períodos de jejum também é uma dica, porque quando ficamos muito tempo sem comer, o corpo implora por calorias, e é aí que o chocolate mais próximo dá aquele sorrisão para você. Não tem muito segredo, né? É só dar ao corpo o que ele precisa, e acredite: ele não precisa só de chocolate.

Então, mais do que nunca, essa semana merece marmitas completas e nutritivas. Lembre-se sempre de incluir no almoço arroz, feijão, a carne de sua preferência assada ou refogada, vegetais e saladas. Entre as refeições, sempre vale ter uma fruta à mão, barrinhas, ou ainda as frutas secas, que nos mantêm saciados e ajudam a conter a compulsão.

E, por fim, uma notícia boa, porque somos filhos de Deus. “Uma porção de 30 g não compromete a dieta de ninguém, especialmente se consumido nos lanches intermediários, como no lanche da tarde, acompanhando algo leve. Ele vai dar mais pique e energia para o final do dia”, diz a nutricionista consultora da Nutrawell, Alessandra Luglio, que também indica a receita a seguir.

Eu não fiz, porque em casa não somos de doce e as sobremesas acabam encalhando. Mas fica a dica para quem quer passar a consumir chocolate de forma menos compulsiva.

Trufas super nutritivas!

Ingredientes
1 xícara de tâmaras secas
1/4 de xícara de cacau em pó
1 colher de sopa de óleo de coco
1/2 xícara de nozes picadas
1 colher de café de essência de baunilha
1 xícara de sobras de chocolate (de preferencia amargo) picado

Modo de preparo:
Bata no liquidificador as tâmaras, o cacau, o óleo de coco e a essência de baunilha. Bata com cuidado até formar uma massa homogênea. Coloque a massa em uma tigela e, com as mãos, misture-a com as nozes e chocolate picados. Amasse até ficar homogêneo e enrole bolinhas médias como brigadeiro. Passe as bolinhas em um prato com cacau em pó e estão prontas. Conserve-as na geladeira por alguns dias.

 

Fonte: saude.terra.com.br

 

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