19 de março

10 coisas que todo hotel brasileiro deveria oferecer

1. Luz amarela. Está cada vez mais difícil encontrar hotéis cujos apartamentos não sejam iluminados como o interior de uma geladeira. Alô, hoteleiros: existem luzes frias de cor amarela que gastam tão pouca energia quanto as brancas .

2. Luz indireta. Basta um abajur ou uma arandela instalados no quarto para satisfazer aos chatos que prezam a iluminação indireta nos ambientes.

3. Mesa de trabalho. Esta é para os hotéis três-estrelas: enquanto não oferecem pelo menos um balcãozinho e uma cadeira com encosto, os viajantes a trabalho continuarão preferindo os Ibis e seus clones.

4. Wi-Fi grátis. Já é ponto pacífico, certo? Cobrar pelo Wi-Fi hoje em dia é como cobrar à parte, por exemplo, pelo chuveiro quente.

5. Wi-Fi multiaparelho. E não adianta aquela senha que só serve em um aparelho. Muitas pessoas precisam de internet no computador (ou tablet) e no celular.

6. Frutas da estação. A julgar pelos bufês de café da manhã, o Brasil só produz quatro tipos de fruta: mamão, abacaxi, melão e melancia. Que tal substituir uma delas por uma fruta da época?

7. Café quente e disponível. Esta é para as pousadas de charme que não têm bufê no café da manhã e para os hotéis cinco-estrelas que deixam o café e o leite sob a custódia exclusiva de garçons: ter de fazer micagens para chamar a atenção e conseguir mais café na mesa definitivamente não é uma boa maneira de começar o dia.

8. Lugar de volta. Muito comum: você levanta da sua mesa para mais uma rodada no bufê do café da manhã e, na volta, o garçom já limpou tudo (às vezes tem uma pessoa no seu lugar!).

9. Early check-in, se disponível. Alguns hotéis têm uma política rígida de não deixar o hóspede ocupar seu apartamento antes das 14 horas. Está errado. Os hóspedes devem ser informados de que os apartamentos estão sendo limpos e ser colocados numa lista de espera para ocuparem os apartamentos à medida que forem liberados – exatamente como acontece nos restaurantes.

10. Confiança no check-out. O que o hóspede quer ouvir no check-out: “Qual foi o seu consumo do frigobar de ontem para hoje?”. O que o hóspede não quer ouvir: o recepcionista pegar o telefone e pedir a um mensageiro para inspecionar o apartamento. O hotel tem o número do cartão de crédito para cobrar discrepâncias.

 

Fonte: blogs.estadao.com.br

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